A PEIXE BR cumpriu agenda no dia 13 de junho de 2017, em Brasília (DF), com reuniões no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX) e na Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP).

O diretor presidente da entidade, Francisco Medeiros, reuniu-se com o diretor nacional de agronegócio do Sebrae, Augusto Togni, e com coordenador nacional de agronegócio, João Francisco. Na pauta, a apresentação do projeto de marketing para o pescado cultivado. A PEIXE BR busca a aprovação do Sebrae para que a instituição patrocine financeiramente a execução do projeto, assim como fez para outras proteínas animais.

Francisco Medeiros apresentou o cenário atual da Piscicultura brasileira e seus principais gargalos na primeira reunião com do setor de pescados e a APEX. O encontro também discutiu a elaboração do projeto “Planejamento Estratégico Setorial da Aquicultura”. A diretora da APEX, Marcia Nejaim Almeida, discorreu sobre a inserção da aquicultura nas ações da Agência e apresentou o cronograma de trabalho até o final de 2017.

Em Julho, será realizada outra reunião para discussão de possíveis ajustes do projeto. Na sequência, o mesmo será apresentado aos associados da PEIXE BR para contribuição.

Participaram da reunião representantes da Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Casa Civil e Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP).

Francisco Medeiros também reuniu-se com o Dayvson Franklin, Secretario de Pesca e Aquicultura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e com o diretor de Pesca e Aquicultura do MAPA, João Crescêncio. O objetivo foi obter posicionamento da SAP sobre a transferência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), prevista para o dia 20 de junho de 2017. Ambos informaram que estão trabalhando para formar uma agenda emergencial para tratar da questão “Águas da União”, para execução logo após a mudança para o MDIC.

Foram apresentados na reunião os números do último levantamento da Secretaria, no qual consta que hoje existem 3.200 processos de solicitação de águas da União que, juntos, correspondem à capacidade de produção de 6.000.000 toneladas de pescado/ano.

“São novos números que nem a SAP tinha conhecimento. Nos últimos 20 anos, foi liberada apenas a capacidade de produção de 400.000 toneladas, considerando os parques aquícolas e áreas aquícolas. Continuamos monitorando e cobrando celeridade nos processos de liberação das licenças”, ressaltou Francisco.