Dentre os assuntos discutidos na reunião estão:

– As Linhas FINEM (Incentivada B) e GIRO. Um produto com linhas de financiamento acima de R$ 10 milhões voltadas para projetos de investimento. Saiba mais: https://goo.gl/TuhrRN

– A atuação das empresas e Cooperativas como âncoras na estruturação de operações de crédito.

– O apoio na exportação de peixes pelas linhas BNDES-EXIM. Que abrangem opções como: Exim Pré-Embarque, Exim Pós-Embarque e Exim Automático. Saiba mais: https://goo.gl/LENnRJ

– O apoio a aquicultura nas linhas equalizadas do governo federal operadas pelo BNDES.

Além desses quatro tópicos a EMBRAPA apresentou o negócio de tilápia no Brasil e, principalmente, o impacto do DRAWBACK no custo de produção e aumento da competitividade da tilápia para exportação.

Sobre o Drawback: O regime aduaneiro especial de drawback, instituído em 1966 pelo Decreto Lei nº 37, de 21/11/66, consiste na suspensão ou eliminação de tributos incidentes sobre insumos importados para utilização em produto exportado. O mecanismo funciona como um incentivo às exportações, pois reduz os custos de produção de produtos exportáveis, tornando-os mais competitivos no mercado internacional. A importância do benefício é tanta que na média dos últimos 4 (quatro) anos, correspondeu a 29% de todo benefício fiscal concedido pelo governo federal. Saiba mais: https://goo.gl/8zaA8t

Estiveram presentes na reunião os representantes das empresas associadas da PEIXE BR: Netuno (Adriano), Tilabras (Nicolas|), Dafonte Aquicultura (Ricardo), Geneseas (Roberto), Cristalina (Guilherme), Piracema (Felix), MFoods (Rosemary).

Além dos representantes do BNDES, estiveram presente representante da SEAP (João Crescencio e Rui) e da Embrapa Pesca e Aquicultura (Manoel).